Como realizar pintura

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O contato com os materiais artísticos desperta o desejo imediato de usá-los. As cores, bem
como os diferentes materiais, fascinam as crianças desde muito pequenas.
A utilização desses materiais envolve um saber técnico que possibilita extrair recursos que
aguçam a criatividade, gerando grande satisfação nas crianças ao verem o resultado final na
sua produção artística.
A Faber-Castell, ciente da importância do papel do Educador no desenvolvimento criativo de
seus alunos, apresenta neste capítulo um acervo de técnicas de uso de produtos.
A partir dessas técnicas, a aplicação nas produções artísticas enriquece e diversifica o impacto
visual. Com elas, é possível explorar adequadamente os diversos materiais disponíveis para
que o aluno possa desenvolver suas habilidades de coordenação motora e cognitiva.
Com o objetivo de orientar a aplicação em sala de aula, apresentamos técnicas de maneira  pintura em pano de prato passo a passo para iniciantes
dirigida por ciclo escolar, dividindo-as para os alunos da Educação Infantil e do Ensino
Fundamental I – ciclo 1 (1ª- e 2ª- séries) e ciclo 2 (3ª- e 4ª- séries).

Pintura em tecido fraldas

A massa de modelar é o instrumento perfeito para horas de brincadeira e
colabora no desenvolvimento infantil. Ela dá forma à expressão de criatividade
das crianças. AFaber-Castell oferece dois tipos de massa de modelar,
ambas atóxicas e com cores vivas, que despertam a atenção das crianças:
Massa de Modelar à Base de Cera Faber-Castell: possui fórmula balanceada,
textura macia e não endurece em contato com o ar, podendo
ser reutilizada. Não adere à mão e ao local de trabalho e não esfarela,
pois possui excelente consistência e baixa oleosidade. Além disso, possibilita a criação de cores e a aprendizagem  pintura em tecido flores
do conceito das cores primárias e secundárias, pois possui cores vivas e miscíveis.
Massa de Modelar à Base de Amido Faber-Castell: com textura extramacia, você pode soltar a imaginação como ficar em primeiro lugar no google
e esculpir as mais variadas formas, que, depois de secas, endurecerão, tornando-se verdadeiras esculturas.
Então, é só pintar com o Guache Faber-Castell ou fazer detalhes com a Cola Colorida Faber-Castell. pintura em tecido passo a passo para iniciantes
Benefício pedagógico da categoria
O trabalho artístico e lúdico com massa de modelar é importante para a criança, pois ajuda no desenvolvimento
da capacidade criadora, aumenta a sensibilidade e promove as competências e habilidades oque comprar para revender e ganhar dinheiro
viso-motora e tátil, além do conceito de forma, espaço tridimensional e percepção de volume.

pintura-em-tecido

1 – Figuras com texturas
Técnica: bidimensional com
texturas. Objetivo/benefício: despertar a criatividade, a concentração e desenvolver a coordenação motora.
Material: Massa de Modelar
à Base de Cera Faber-Castell,
faca de plástico, palito de dente
ou de churrasco, cartolina e Cola Líquida Branca Cole Bem Faber-Castell.
Procedimento: com a massa de modelar fazer bolinhas e cobrinhas. Colá-las sobre uma
cartolina, criando desenhos e formas. Decorar, com ajuda de um palito de dente ou
de churrasco e faca plástica, criando texturas sobre as figuras de massa de modelar.
2 – Preenchendo com massa de modelar Técnica: bidimensional.
Objetivo/benefício:
desenvolver ludicamente  a coordenação motora fina.
Material: Massa de Modelar à Base de Amido Faber-Castell,
Cola Líquida Branca Cole Bem Faber-Castell, Lápis Grafite
Faber-Castell e papel resistente (duplex ou papelão).
Procedimento: fazer um desenho com o lápis grafite sobre um papel resistente.
Trabalhar com a massa de modelar achatada na palma da mão para que fique bidimensional.
Preencher os espaços do desenho com a massa, utilizando cola branca para fixá-la.
Sobrepor as cores e as formas, sempre acrescentando a cola branca para que a massa
não desprenda do trabalho.
Sugestão de variação: esperar a massa de modelar secar e endurecer. Pintar o desenho
bidimensional com guache ou aplicar detalhes com cola colorida.
Técnicas aplicadas

mercado financeiro em ponta grossa

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Os membros do Conselho de Administração são eleitos pela Assembleia Geral, cuja
ata, que deverá conter a qualificação e o prazo de gestão de cada um dos eleitos, será
150 Mercado de Valores Mobiliários Brasileiro
arquivada no registro do comércio e publicada. O conselheiro eleito deve ter reputação
ilibada, sendo inelegíveis as pessoas impedidas por lei especial, ou condenadas
por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra
a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda
que temporariamente, o acesso a cargos públicos, bem como as pessoas declaradas
inabilitadas por ato da Comissão de Valores Mobiliários. como investir na bolsa de valores com pouco dinheiro

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Além disso, também não pode ser eleito para integrar o Conselho de Administração,
salvo dispensa da Assembleia Geral, a pessoa que ocupar cargos em sociedades que
possam ser consideradas concorrentes no mercado e que tenha interesse conflitante
com a sociedade, presumindo-se ter interesse conflitante com a sociedade a pessoa
que, cumulativamente:  chaveiro ponta grossa
.. tenha sido eleita por acionista que também tenha eleito conselheiro de administração
em sociedade concorrente, e
.. mantenha vínculo de subordinação com o acionista que o elegeu.
Em regra, as deliberações das Assembleias Gerais são tomadas por maioria dos votos,
isto é, o acionista controlador tem o poder de aprovar matérias postas em votação. A fim
de evitar que o acionista controlador sempre indique a totalidade do Conselho de Administração,   dentista ponta grossa

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a Lei das S.A. criou alguns mecanismos visando facilitar a eleição de parte
de seus membros por acionistas minoritários: o voto múltiplo e a votação em separado.
O Voto Múltiplo    sobrados em ponta grossa
Como regra geral, cada ação ordinária confere ao seu titular o direito a um voto nas
deliberações da Assembleia (as ações preferenciais também, se não tiverem seu direito
de voto suprimido pelo estatuto social). Todavia, nas deliberações para eleição de
Conselheiros, os acionistas podem requerer a adoção do sistema de voto múltiplo,
que facilita a eleição pelos minoritários.   drenagem linfatica ponta grossa

Por este sistema, cada ação passa a ter direito não mais a um único voto, mas sim a
tantos votos quantos forem as vagas no Conselho a serem preenchidas. Os acionistas
minoritários podem concentrar seus votos em um ou mais candidatos, e, desta psicologo ponta grossa    investidor de sucesso
forma, possibilitar a eleição de seus representantes no Conselho de Administração.
A deliberação por voto múltiplo deve ser requisitada, com antecedência de 48 horas
em relação à data da Assembleia Geral, pelos acionistas que desejarem utilizar tal
Companhias 151 sistema, desde que representem um percentual mínimo do capital, que varia entre 5% e 10%, em função do capital social da companhia. O percentual mínimo de participação no capital votante necessário à requisição da adoção do voto múltiplo deverá
constar, obrigatoriamente, no edital de convocação das assembleias destinadas à eleição
dos membros do referido conselho. fisioterapia ponta grossa

A Votação em Separado oftalmologista ponta grossa
É facultado aos acionistas da companhia, titulares de ações preferenciais e minoritários
detentores de ações ordinárias, a eleição em separado de membros do Conselho
de Administração. Através desse mecanismo, os minoritários podem se reunir para
eleger os Conselheiros, durante a Assembleia, em votação da qual o controlador não
participará. Poderá ser eleito um membro do Conselho pelos acionistas preferencialistas
e outro pelos acionistas ordinários minoritários.  terrenos a venda em ponta grossa

Os preferencialistas, para poderem exercer esse direito, devem reunir interessados que,
conjuntamente, detenham pelo menos 10% do capital total da companhia. Já os titulares
de ações ordinárias interessados deverão deter, pelo menos, 15% do capital votante.
Caso os acionistas preferencialistas e ordinários não consigam reunir os percentuais
mínimos indicados, poderão opcionalmente se reunir para eleger um Conselheiro,
também em separado do acionista controlador. Para isso devem representar interessados
que detenham, conjuntamente, pelo menos 10% do capital da companhia. urologista ponta grossa

É importante notar que as ações ordinárias de acionistas minoritários que forem
utilizadas na votação em separado para eleger um integrante do Conselho de Administração  casas pré fabricadas ponta grossa
não conferirão aos seus titulares o direito de votar novamente no procedimento
de voto múltiplo. Portanto, os acionistas minoritários devem refletir
para decidir qual dos procedimentos lhes é mais vantajoso.
A faculdade de eleger um representante no Conselho de Administração por votação
em separado somente poderá ser exercida por acionistas minoritários que detenham
suas ações pelo período mínimo de três meses ininterruptos antes da Assembleia.

História da musica

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Enquanto isso, no Rio de Janeiro, a reforma Fernando de Azevedo, promulgada pela lei nº 3.281, de 23 de janeiro de 1928, previa o ensino de música em todos os cursos de acordo com o 1º Programa de Música Vocal e Instrumental, ela – borado por músicos como Eulina de Nazareth, Sylvio Salina Garção Ribeiro e Maestro Francisco Braga. Mas foi durante a Segunda República, nas décadas de 1910 e 1920, que puderam ser notadas, no Brasil, as pri mei – ras manifestações de um ensino mais organizado, caracterizado como canto orfeônico. Muitos acreditam que Heitor Villa-Lobos foi pioneiro nesta prática no Brasil. Mas foram os educadores João Gomes Júnior e Carlos Alberto Gomes Cardim, que atuaram na Escola Caetano de Campos, na capital paulista, e os irmãos Lázaro e Fabiano Lozano, com atividades junto à Escola Complementar (posteriormente, Escola Normal) em Pi ra – cicaba, os primeiros a estabelecerem o canto orfeônico no ensino. O objetivo do método trabalhado por eles era renovar a educação musical oferecida pelos conservatórios e, por meio da inserção da música no sistema público de ensino, popularizar o saber musical. Essas iniciativas, de certa forma, introduziram o canto orfeônico na sociedade e fortaleceram o projeto de Villa-Lobos que aconteceria nos anos seguintes. Neste período, o Brasil vivia o ideal nacionalista em sua plenitude.

como cantar

O Modernismo, que teve a figura de Mário de Andrade também como crítico musical, era uma corrente estética consolidada e que predominou no País até meados da década de 1940. Esse movimento, entre outras ideias, pregou a busca por uma identidade musical nacional. Ao mesmo tempo (meados de 1930), as iniciativas de canto orfeônico de Villa-Lobos começavam a ser conhecidas em São Paulo, cidade onde o compositor se instalou após a chegada de uma temporada na Europa. Juntamente com outros músicos com os quais compartilhava seus pensamentos como Guiomar Novaes, Souza Lima e Antonieta Rudge, Maurice Raskin, Nair Duarte e Lucília Villa-Lobos, pianista e sua esposa, Villa-Lobos realizou cerca de 50 apresentações em cidades do interior paulista, todos com o apoio do interventor João Alberto. Seus contatos políticos tiveram grande importância em sua trajetória profissional. Nessas ocasiões, aconteciam palestras, concertos instrumentais e corais com a participação da população local.

Tais seções tinham a execução da música brasileira como eixo central e repertório de cunho cívico-patriótico, seguindo os princípios de Villa-Lobos em usar o canto orfeônico como instrumento de educação cívica. Uma das apresentações mais conhecidas da época aconteceu em 1931, no campo da Associação Atlética São Bento, com a reunião de 12 mil vozes de estudantes, operários e militares, o que Villa-Lobos definiu como “exortação cívica”. Em 1932, essas apresentações foram repetidas na Capital Federal e o movimento de Villa-Lobos passou a ser co nhe – cido por Anísio Teixeira, que teria papel importante na historia do compositor e da educação musical. No mesmo ano, o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, escrito por Fernando de Azevedo e assinado por Aní – sio Teixeira, então Secretário de Educação da cidade do Rio de Janeiro, sugeria um novo modelo de educação nacional.

Tal modelo valorizava o ensino das artes em razão do benefício social. “A arte e a literatura têm efetivamente uma signi – ficação social, profunda e múltipla; a aproximação dos homens, a sua organização em uma coletividade unânime, a di – fusão de tais ou quais ideias sociais, de uma maneira ‘imaginada’, e, portanto, eficaz, a extensão do raio visual do homem e o valor moral e educativo conferem certamente à arte uma enorme importância social”, dizia parte do documento. Foi nesse momento que Heitor Villa-Lobos entrou no cenário da educação, tendo sido convidado pelo próprio Anísio 20 Panorama do ensino musical Canto orfeônico O termo “orfeão” (orpheón) foi utilizado pela primeira vez em 1833 por Bouquillon-Wilhem, orientador do ensino de canto nas escolas de Paris. Ele faz referência a Orfeu, poeta e músico, filho da musa Calíope e de Apolo. Segundo a mi to – logia grega, o deus Orfeu era o músico mais ta – len toso que já viveu. Quando tocava sua lira, os pássaros paravam de voar para escutá-lo e os ani mais selvagens perdiam o medo. As árvores se cur vavam para pegar os sons no vento. O canto orfeônico tem suas origens na França, no início do séc. XIX, quando era uma atividade obrigatória nas escolas municipais de Paris. É um canto coletivo, de características próprias, no qual se organizam conjuntos heterogêneos de vozes. A prática do canto orfeônico não exige conhecimento musical ou treinamento vocal prévio. Teixeira, para assumir a direção da Superintendência de Educação Musical e Artística (SEMA), pertencente ao De par – tamento de Educação da Prefeitura do Distrito Federal, ainda localizada na cidade do Rio de Janeiro. Para Paulo de Tarso, músico e professor do Departamento de Música da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, VillaLobos não era alguém, originalmente, preocupado com a educação musical. aulas de violão online

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“Essa foi uma oportunidade profissional que ele agarrou com unhas e dentes. Ele convergiu parte da sua força criativa no sentido de construir uma ideia de educação musical por meio do canto coletivo tendo a música popular como eixo central”, explica Tarso. Os ideais de Villa-Lobos – e até mesmo das práticas orfeônicas anteriores –, como o seu aspecto coletivo, a democratiza- ção do acesso à música e ao seu ensino por todas as camadas sociais, e a utilização da música como fator de influência na construção do caráter de cada indivíduo, estavam diretamente em concordância com os objetivos da Escola Nova. Segundo o próprio Villa-Lobos, “só a implantação do ensino musical na escola renovada, por intermédio do canto coletivo, seria capaz de iniciar a formação de uma consciência musical brasileira.” como aprender a cantar                  como aprender a tocar violão

A posição de Villa-Lobos como diretor da SEMA é con siderada o primeiro passo para a implantação efetiva do seu plano em todo o País. Apesar de o projeto de educação musical de Villa-Lobos ter sido adotado em território nacional pelo Decreto Federal nº 19.890, de 18 de abril de 1931, assinado pelo presidente Getúlio Vargas, por meio do recém criado Ministério da Saúde e Educação do Governo Provisório, que fez parte de uma grande reforma do ensino conhecida como “Reforma Francisco Campos”, sua atuação teve foco na SEMA, no Rio de Janeiro. Para Tarso, o modelo de Villa-Lobos teve muitas falhas na sua aplicabilidade, uma delas em relação a sua abrangência. “Ele tinha a pretensão de ser nacional, mas se deu, em sua maioria, apenas na região centro-sul”, explica. aprender a cantar

A partir de 1936, a SEMA passou a se chamar Serviço de Educação Musical e Artística do Departamento de Educação Complementar do Distrito Federal. Por meio dele, Villa-Lobos criou o Curso de Orientação e Aperfeiçoamento do Ensino de Música e Canto Orfeônico. Tal iniciativa tinha como objetivo principal formar educadores para que fossem multiplicadores de suas práticas e oferecia curso, aos professores das escolas primárias, de Declamação Rítmica e de Preparação ao ensino do Canto Orfeônico, e de Especializado de Música e Canto Orfeônico e de Prática de Canto Orfeônico, aos professores especializados. Para Magali Kléber, Presidente da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM), os méritos de Villa-Lobos são inegáveis, embora sua proposta pedagógica fosse totalmente ligada à exaltação da personalidade. “O fato de as pessoas te – rem tido a oportunidade de ter contato com um aprendizado musical sistematizado e terem um momento no qual elas faziam música foi muito bom”, afirma. aula de canto online              como tocar violão

O sucesso do projeto de Villa-Lobos dependia, quase que totalmente, da profissionalização de professores capazes de disseminar seus métodos e sua ideia de ter a música como fator de formação de caráter da juventude. Essa tarefa ficou a cargo do SEMA em um primeiro momento, mas a necessidade de formação de professores especializados e também de uma coordenação para as atividades orfeônicas que foram crescendo pelo País deram origem ao Conservatório Nacional de Canto Orfeônico (CNCO), em 1942, entidade que Villa-Lobos dirigiu até a sua morte, em 1959. Teca Alencar de Brito, fundadora e diretora da Teca Oficina de Música e professora do Departamento de Música da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, acredita que Villa-Lobos esbarrou em problemas com os quais convivemos até os dias atuais. A falta de capacitação de professores é um deles. “Se pensarmos bem, ele próprio não era professor. Ele acabou criando uma proposta, mas ele era mais um compositor que tinha um pensamento criativo muito marcante do que uma pessoa voltada para a educação”. Prova disso é que, no Conservatório, o compositor se dedicou a desenvolver e disseminar uma metodologia de educação musical própria, mas, principalmente, a formar um repertório adequado ao Brasil, baseado no folclore nacional e na preservação da cultura do povo. Foi nesse período que criou “Guia Prático”, uma de suas principais obras, utilizada como material didático contendo 138 versões de cantigas infantis populares, editado pela primeira vez em 1938.

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Como reconquistar uma mulher

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Quando você encontra uma mulher, e ela lhe diz que não gosta de algo sobre você, você o vê como um problema dela, não seu. Outros caras: concorda com ela ou tenta justificar-se para reparar o seu “erro”.

Viu a diferença? A maioria dos comportamentos dos caras típicos implica que a mulher é o prêmio. Mas quando você muda as coisas e assume o papel do prêmio em seus pensamentos, palavras e ações, você se comporta muito diferente. Seu comportamento irá comunicar com as mulheres que VOCÊ é o prêmio que ela tem que conquistá-lo. Novamente, não importa se é verdade ou não que você realmente é o prêmio? NÃO! Um cara gordo e calvo que se acham atraentes serão muito mais bem sucedidos do que um gordo e calvo que seja “realista”, e acha que nenhuma mulher se interessaria por ele. Vou dizer mais uma vez: Se a crença é verdadeira ou não, não significa nada. A percepção é tudo! como reconquistar minha esposa

reconquistar uma mulher

  1. Aplicando tudo no campo

É extremamente importante tomar as ATITUDES acima antes de sair

para aplicar o que aprendeu. Embora as técnicas descritas mais adiante

neste guia são muito eficazes quanto ao que fazer, se você não estiver

com a mentalidade correta, é provável que não funcione tão bem. Muitos

iniciantes querem aprender apenas os truques e técnicas, e esta é

uma má idéia. Seria o mesmo que querer aprender uma arte marcial somente

com as técnicas. Você pode aplicar a técnica e vencer a luta em

1 segundo, mas se não tiver a força e o condicionamento necessários

para a aplicação, a técnica em si é inútil. como reconquistar a ex esposa

como reconquistar uma mulher

ARTE DE ABORDAR – APPROACH   como reconquistar a esposa

  1. Preparando-se
  2. Lidar com o medo da rejeição
  3. Aquecendo
  4. Aborde em qualquer situação
  5. Abertura
  6. Abertura de Grupos
  7. Lidando com Bitch Shield
  8. Lidando com “Namorados”
  9. Lidando com Objeções
  10. Estratégias de Wignman
  11. Mudando para Atração

Você ouve gente reclamando o tempo todo que é difícil encontrar mulheres.

Mas eles realmente tentam? Geralmente, quando dizem “É tão

difícil pegar mulheres”, o que eles querem dizer é que é difícil ter uma

mulher que caia no seu colo, sem nenhum esforço. Eles esperam que

a garota dos seus sonhos apareça de repente e seja apresentada por

algum amigo. método de sedução alpha

A verdade é que sua namorada está lá fora, esperando para encontrar

um cara como você. Mas para encontrá-la, você vai ter que sair de casa!

Você tem que tomar a iniciativa e chegar lá. As chances da garota dos

sonhos ser uma visinha hiper, mega gostosa que bate a sua porta num

 sábado a noite pedindo uma xícara de açúcar são quase nulas. Você vai
ter que arriscar o pescoço, a rejeição do risco, e construir novos laços com
as pessoas. Você vai ter que ser social. Até mesmo para ter a chance de
encontrá-la, você vai ter que encontrá-la e iniciar uma interação com ela.

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