como perder barriga

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Como perder barriga

Quanto maior for o IMC de uma pessoa, maior a chance dela morrer
precocemente e de desenvolver doenças do tipo diabete melito,
hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. Mas isso não significa
dizer que quanto mais magro melhor, pois o índice de mortalidade
também aumenta em indivíduos com IMC muito baixo, especialmente
por causa de doenças infecciosas e dos pulmões. O ideal
é manter-se entre as faixas de 20 a 25kg/m2.
Sozinho, o IMC não é indicador suficiente da gravidade do problema
de peso em excesso, pois o tipo de distribuição dessa gordura pelo
organismo também é importante. Existem diversos tipos de obesidade
quanto à distribuição de gordura. Os mais característicos são o como perder barriga depois do parto
que dá ao corpo o formato de uma maçã (mais comum em homens)
e o que torna o corpo parecido com uma pêra, fino em cima e largo
nos quadris e nas coxas (mais comum em mulheres). A obesidade
em forma de maçã está associada a doenças como o diabete não
dependente de insulina e as enfermidades cardiovasculares. A obesidade
em forma de pêra está associada à celulite e varizes, além
de problemas de pele e ortopédicos.

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Epidemiologia

O número de crianças e adultos obesos é cada vez maior, tanto em
países pobres ou ricos e até mesmo em países que se caracterizam
por uma população magra, como é o caso do Japão. A Organização
Mundial de Saúde passou a considerar a obesidade como um problema
de saúde pública tão preocupante quanto a desnutrição. como perder peso depois da gravides
No Brasil, estima-se que 20% das crianças sejam obesas e que cerca
de 32% da população adulta apresentem algum grau de excesso de
peso, sendo 25% casos mais graves. A obesidade é um problema
sério em todas as regiões do país, mas a situação é ainda mais
crítica no Sul. De acordo com dados da Pesquisa Nacional sobre
Saúde e Nutrição (PNSN) de 1989, a prevalência de obesidade em
brasileiros com mais de 18 anos de idade é de 28%, no caso dos como perder barriga depois da gravidez
homens, e de 38% no caso das mulheres. Nos Estados Unidos, a
prevalência é de 34% em homens e de 55% em mulheres, com
idade entre 20 e 64 anos. Apesar das diferenças econômicas, os
países, desenvolvidos ou não, vivem o mesmo problema da alta e
crescente prevalência de excesso de peso.
O número de obesos é maior nas áreas urbanas e também está
relacionado ao poder aquisitivo familiar. Quanto maior a renda, maior
a prevalência de obesidade, mas esta é cada vez mais alta em
mulheres de baixa renda e tende a se estabilizar ou até mesmo
diminuir nas classes de renda mais elevada.
A presença do excesso de peso na população menos favorecida
pode ser explicada pela falta de orientação alimentar adequada, atividade
física reduzida e pelo consumo de alimentos muito calóricos,
como cereais, óleo e açúcar. Tais alimentos são mais baratos e fazem
parte de hábitos alimentares tradicionalmente incorporados. O
problema da obesidade cresce menos entre a população mais privilegiada
porque ela tem maior acesso a informações sobre os prejuízos
que a doença acarreta, a melhora dos hábitos alimentares e a
prática de atividade física regular.

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